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Tranzborde
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Na TRANZBORDE há uma preocupação constante em como podemos gerar outras possibilidades de se fazer e pensar coletivamente. Nesse desejo de encontro, onde há muitos giros de pessoas e histórias, se faz necessário trazer ao centro da roda fazeres pedagógicos. Já que esse espaço é também um espaço que balança junto com a arte educação. Todo processo artístico caminha lado - a - lado de necessidades pedagógicas. Afinal, afinar comunicação, gerar procedimentos, escrever projetos, acessar intimidades são lugares sensíveis que exigem cuidados para que todes envolvides possam contribuir. Ao longo desta trajetória TRANZBORDE fomos retomando y reunindo saberes compartilhados que criam um chão para plantarmos. Dentre eles: Saber-Prática das confluências de Nego Bispo, a Pedagogia das Encruzilhadas de Luiz Rufino. Paulo Freire e suas vastas possibilidades de se pensar saberes e praticar encontros. Outres vão chegando, Bell Hooks, Jota Mombaça, Hirra de Perra y Paul Preciado. É um mexidão, um aglomerado das pedagogias de roda, de terreiro, da terra. Orygynàryaz¡¡ Vai girando Pedagogy(ri)as Trans de reto-mares. É pra se sonhar junte. Tentar - Tentando. Entender que organismos e byomas são imensidões não fragmentadas, mas de diversas confluências. Desde como nos relacionamos com o espaço, partilhas alimentares, ancestralidades e tanto mais.

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Recriar possibilidades de lidar com a linguagem, também é uma ocupação da Núclea. Se falamos de retomadas e pedagogyaz Trans, estaremos o tempo todo rasurando a linguagem - palavra - comunicação, como nos foi imposta. Acreditamos que a língua é viva, lúdica, revolucionária, um organismo respirando. Aqui provocamos e inventamos palavras.

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Foi ao longo da experiência da pandemia, que a NÚCLEA passou a organizar e aprofundar a pedagogia como prática do encontro, diante das necessidades que surgiam dia a dia naquele momento crítico o qual o mundo atravessou. Para não sucumbirmos embora as dificuldades eram várias e latentes, surgiu o cyklo de plurivivênciaz onde através de encontros on line e ações, artistas puderam manter o entrelaçamento de conhecimentos.

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A primeira ação da Núclea, foi uma chamada aberta em Maio de 2020. Para artistas da palavra enviarem textualidades acerca da espera. Fosse por indagações, delírios, teorias, incômodos: possíveis poéticas da espera. Contando com uma equipe de curadoria, selecionou trinta textos – entre inscrições de diversas regiões do país e artistas convocades – publicados online ao longo de dez semanas. Durante o período de publicação, também foram realizadas lives de conversas permeando a temática com artistas da palavra convidades: Ave Terrena, Jhonny Salaberg, Carú de Paula e Luh Maza.

https://medium.com/@dramaturgiasdaespera

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Foi também na pandemia que passou a rolar agrupamentos de artistas para mergulhar em alguns assuntos. Se aprofundando em leituras, partilhas com outras coletividades e modos de criação.

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Em 2020 nos deparamos com as limitações impostas pela pandemia. Não só na dimensão das nossas saúdes, nossa vida política e cotidiana, mas também no fazer artístico. Diante das inquietudes, a coletiva se organiza em um grupo de estudos em photo e vídeo performance. O grupo passa a se reunir semanalmente e a revisitar códigos presentes nestas linguagens gerando um espaço de experimentação e ampliação do diálogo a partir da troca de referências entre as performers, da relação íntima com a realidade da pandemia e de materiais teóricos-pratykos, como o programa performativo proposto por Eleonora Fabião. Tendo como chão: a importância das perspectivas do Sul global ao pensar, falar e fazer performance. O grupo é um espaço plural, reunindo em maioria, artistas não branques em retomadas ancestrais que se encruZan. Pessoas trans e periféricas de cantos diversos de São Paulo e do Nordeste do país.

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Em 2021 o coletivo é contemplado pelo PROAC LAB, edital que possibilita a feitura do vídeo arte, documento e performance: Tranzmutações Pandemykaz. O trabalho então ocupa a mostra de EcoPerformance Taanteatro no espaço do cine bijou. E em 2022 Em 2022 o filme esteve presente no Festival Movimento Cidade, Vitória -ES (2022). Selecionado entre mais de 400 inscritos foi ganhador na categoria Mostra Arte através do Juri Popular. Ainda em 2022 foi exibido no festival Faroffa na Oficina Cultural Oswald. Em 2023 são contempladas pela VAI1 com a proposta ENCRUZAZ AFETYVAZ, a pesquisa gerou a residência artística e a exposição de mesmo nome. A exposição ocupou a Oficina Cultural Oswald de Andrade em uma grande instalação que rendeu um público de 5000 pessoas. Em outrobro de 2023 o filme Trazmutações Pandemykaz ocupou o Festival Internacional de Alcantara - MA e foi premiado na categoria Video Performance pelo Júri Técnico.

https://drive.google.com/file/d/15YHFZdihjzzR9xjBJDGavSD4I2j32dGc/view?usp=sharing

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Aqui rola intercâmbios, troca de saberes e aproximações entre as pesquisas da TranZborde com outres artistas de outras coletivas y lugares que tem interesse em discutir e fazer um borrão entre a linguagem da dança e da performance onde os assuntos estejam relacionados as urgências da byoma - do planeta. Mastygando, vamos nutrindo pensamentos y diálogos deste fazer arte na Sul Global y como as experiências de existencias dissidentes - geram outras (des)forma/s(ções) nas linguagens.

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EGrupo de estudos para articular ações de criação e colagem de lambes, partindo do disparador poético: Levar para ruas ymagynáryus nossos. Recriar galerias públicas. Na série TRanSsoNHuz, Oru propõem imagens geradas através de conversas com a IA - evocando sonhos do ancestral, presente e das futuridades em torno dos vínculos afetivos, amorosos, de cuidado e carinho entre corpos trans plurais. Carinho e amorzinho, entre trans não binaries, transmasculines e boycetas. E também entre travestis e outras (des)identidades. Afim de gerar narrativas onde esses encontros de corpos possam estar se amando. Com outras intervenções digitais sobre a imagem, ele “legenda” o que esta acontecendo ali e acredita que esses movimentos necessitam ser mais constantes, para que possamos gerar novos ymagynáryus e celebrá-los.

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EGrupo de estudos para articular ações de criação e colagem de lambes, partindo do disparador poético: Levar para ruas ymagynáryus nossos. Recriar galerias públicas. Na série TRanSsoNHuz, Oru propõem imagens geradas através de conversas com a IA - evocando sonhos do ancestral, presente e das futuridades em torno dos vínculos afetivos, amorosos, de cuidado e carinho entre corpos trans plurais. Carinho e amorzinho, entre trans não binaries, transmasculines e boycetas. E também entre travestis e outras (des)identidades. Afim de gerar narrativas onde esses encontros de corpos possam estar se amando. Com outras intervenções digitais sobre a imagem, ele “legenda” o que esta acontecendo ali e acredita que esses movimentos necessitam ser mais constantes, para que possamos gerar novos ymagynáryus e celebrá-los.

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