Na Byoma Tranzborde podemos acessar nossos terrytóryos de agitações de criação. Aqui, é possível se aproximar das pesquisas em andamento, em processo de aprofundamento.
Na Byoma Tranzborde podemos acessar nossos terrytóryos de agitações de criação. Aqui, é possível se aproximar das pesquisas em andamento, em processo de aprofundamento.
Um duo que busca descentralizar a corporalidade chamada humana. Trazendo para a experimentação as narrativas da byoma como principal protagonista. Cavando um encontro que possa ousar se aproximar de uma experiência fisica próxima aos fungos, aos vegetais e outros animais.
Trabalho solo em que a performer invoca 3 territorialidades: Pasto, Tempestade e Futuro. Em conexão com as demandas do byoma, sua destruição e regeneração através de saberes que bebem nos rios das retomadas ancestrais, no afro-futurismo e na possibilidade do sonho como ryto.
“Tensionar as performances de uma família nuclear a partir das perspectivas da normatividade e suas violências estruturais”. Assim a encenação se desenha em relação direta com o espaço, em uma “arena” inteira e retangular. O espaço que é a casa. A casa que é a estrutura do lar. Lar que, por ser privado, deveria ser seguro, ou ao menos essa é a lógica vigente nesta estruturação social.